Como preparar uma atualização do Datasul: customizações, integrações e homologação | DATA IT

Como preparar uma atualização do Datasul: customizações, integrações e homologação

Uma atualização do Datasul não deveria começar na janela de produção.

Em ambientes empresariais, customizações, integrações, programas específicos, usuários-chave e processos críticos precisam ser conhecidos antes da mudança de versão.

Quanto melhor o ambiente é mapeado antes da atualização, mais organizada tende a ser a homologação e mais claras ficam as decisões que antecedem o Go Live.

Comece pelo inventário do ambiente

O primeiro passo é entender o que existe hoje.

Versão atual do Datasul, Progress OpenEdge, customizações, UPCs, APIs, integrações, sistemas satélites, jobs e processos críticos formam parte desse inventário.

O objetivo não é documentar tudo indiscriminadamente, mas identificar componentes que possam ser impactados pela mudança.

Mapeie customizações

Ambientes que evoluíram ao longo dos anos podem acumular programas específicos que nem sempre possuem o mesmo nível de criticidade.

Algumas customizações continuam essenciais. Outras podem ter perdido sua função ou possuir alternativa no produto atual.

Antes da atualização, é importante identificar onde são utilizadas, quais processos suportam e quais precisam entrar obrigatoriamente no plano de testes.

Para esse tipo de análise, veja também nosso serviço de Desenvolvimento Progress OpenEdge e ABL para Datasul.

Integrações também fazem parte da atualização

Interfaces com WMS, portais, sistemas de produção, soluções fiscais, aplicações próprias e outros sistemas não devem ser deixadas para validação somente depois da entrada em produção.

APIs, serviços, autenticação, layouts e regras de integração precisam ser testados dentro do cenário atualizado.

Conheça nosso serviço de Integrações Datasul e APIs.

Defina processos críticos

Nem todos os testes possuem a mesma importância para a operação.

Recebimento, produção, faturamento, fiscal, financeiro, contabilidade e outras áreas podem possuir processos cuja indisponibilidade ou funcionamento incorreto gere impacto imediato no negócio.

Esses fluxos devem receber prioridade durante a homologação.

Usuários-chave precisam participar

Uma atualização não é validada apenas pela equipe técnica.

Usuários que conhecem exceções e particularidades do processo ajudam a identificar cenários que não aparecem em testes simplificados.

A participação deles também permite validar se o comportamento observado após a atualização continua aderente à operação real.

Construa um plano de testes

O plano deve incluir processos padrão, customizações, integrações e cenários considerados críticos.

É importante registrar o que foi testado, resultados encontrados, evidências e pendências abertas.

Isso transforma a homologação em um processo verificável e facilita a tomada de decisão antes da entrada em produção.

Go/No-Go deve ser uma decisão baseada em evidências

A data planejada não deveria ser o único motivo para colocar uma atualização em produção.

Antes da liberação, é importante avaliar testes executados, pendências, criticidade dos problemas encontrados, disponibilidade das equipes e procedimentos de contingência.

Essas informações ajudam responsáveis técnicos e gestores a tomar a decisão de Go/No-Go com maior clareza.

Planeje o acompanhamento pós-atualização

Mesmo depois de uma homologação bem conduzida, o ambiente precisa ser acompanhado após a entrada em produção.

Os primeiros ciclos dos processos críticos ajudam a identificar comportamentos que eventualmente não apareceram nos testes.

Precisa planejar uma atualização do Datasul?

Conheça nosso serviço de Atualização Datasul.

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